A racionalidade prática do professor é elemento constitutivo de sua cultura profissional.


Livro de visitas

Data: 13/12/2010

De: Idalete machado da silva

Assunto: Re:Disciplina Educação e Novas Tecnologias

as novas tecnologias podem co-construir-estruturar ambientes de aprendizagem, mais temos que esta atualizados e preparados para utilizar, somente assim, essas tecnologias contribuirá no processo ensino-aprendizagem na inclusão social e no trabalho do professor na sala de aula.

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Data: 13/12/2010

De: Elizete Gomes

Assunto: Re:Disciplina Educação e Novas Tecnologias

Segundo Vani Kenski, citando Pierre Levy há três formas de conhecimento existentes(oral,escrita e a digital).Embora tenha se originado em épocas diferentes,elas coexistem e estão todas presentes nos dias atuais. A Forma Escrita de apreensão do conhecimento é a que prevalece em nosso mundo letrado, mas a Linguagem Oral(mesmo sendo a mais antiga) ainda é a que predomina em todas as formas comunicativas vivenciais.Em meio a elas e utilizando-se de ambas, o estilo digital de apreensão do conhecimento é ainda pricipiante, mas sua proliferação é veloz. Seu rápido alastramento e multiplicação em novos produtos e em novas áreas, obriga-nos a não mais ignorar sua presença e relevância. Nós,profissionais da educação temos que conhecer criticamente o ambiente eletrônico para saber suas vantagens e desvantagens, de seus riscos e possibilidades, para transformá-los em ferramentas e parceiros em alguns momentos e em outros dispensá-los.

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Data: 13/12/2010

De: Antonio Diovani Sampaio de Lima

Assunto: Re:Disciplina Educação e Novas Tecnologias

Dentro da nova tecnologia o professor tem o papel de discutir, analisar, avaliar e aplicar toda atividade prática a serem realizadas na escola, sem despresar a velha tecnologia.

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Data: 13/12/2010

De: Elenice Alves

Assunto: Re:Disciplina Educação e Novas Tecnologias

O tema abordado por Vani Moreira Kenski,baseado no pensamento de vários autores, trata da questão das Novas Tecnologias de uma forma bastante ampla e faz menção à importância das mesmas para a prática docente de cada educador, que vem usando a tecnologia na educação há muito tempo, mesmo às vezes sem perceber...Cada época corresponde a uma tecnologia, que oferece ao ser humano novas perspectivas de como viver em sociedade, de se organizar, de fazer , de ser e exercitar seu papel tanto de ensinante quanto de aprendente, a partir da interação com o outro e com esse mundo moderno, permeado pelas novas tecnologias. A sociedade atual está passando por um processo de aceleração, onde tudo se transforma rapidamente , em que o "novo" pode tornar-se "velho" num piscar de olhos e, o educador precisa estar atento para essas mudanças da contemporaneidade, precisa acompanhar esse avanço da tecnosfera e incorporar de forma qualitativa e significativa essas mudanças. Para o educador ,se faz necessário identificar e utilizar as diferentes formas de conhecimento:Oral,Escrita e Digital,que embora tenham surgido em épocas diferentes, elas estão presentes na atual sociedade. Fazer uso dos equipamentos da tecnologia moderna(computadores,data show, internet, pendrive...) em sala de aula é necessário desde que seu uso venha acompanhado de uma didática inovadora que perpasse por uma mudança postural do educador,não apenas de teorias, mas também de percepções e da sua prática, de seus procedimentos metodológicos,de maneira que que essa tecnologia venha subsidiá-lo para alcançar seus objetivos , a fim de que o uso destes mecanismos venham resultar no foco da escola que é: A Aprendizagem do aluno. O avanço das novas tecnologias, causa um impacto marcante na formação docente; nesse contexto o professor-educador precisa acompanhar a disseminação da educação mediada pela tecnologia, compreender este novo mundo e inserir-se nele como ordenador do conhecimento apreendido pelo aluno, através dos mais variados meios e, para isso o professor-educador deve estar preparado para assumir seu papel como membro atuante e partiipante ativo nesse novo mundo das tecnologias educativas, desenvolvendo essas novas habilidades e competências, nos mais variados ambientes de aprendizagem.

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Data: 13/12/2010

De: Idalete machado da silva

Assunto: Re:Disciplina Educação e Novas Tecnologias

As novas tecnologias vem favorecer as novas possibilidades educativas, uma não era para a educação, um recurso que para alguns professores e "novo" para outros é "velho", ou seja, será que os professores(as) estão preparados para essas novas tecnologias?

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Data: 13/12/2010

De: Cecilia

Assunto: Re:Disciplina Educação e Novas Tecnologias

O mundo,hoje,encontra-se interligado e tudo acontece tão rápido,que cada minuto que passa pode se dizer que já estamos desatualizados,como a que se vive hoje a entrada da educação a distância,que tem possibilitado novas formas de intercomunicação,que vem garantindo ou possibilitando que a relação presencial/dialógica possa ser também realizada sobre outro paradigma que envolve as dimensões do tempo/espaço através de relação dialógica virtual.Uma consequência da modernização frente a era da informação.


Feliz Natal Professor.

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Data: 13/12/2010

De: Dheysa Parente

Assunto: Re:Disciplina Educação e Novas Tecnologias

De acordo com Kenski estamos vivenciando um novo momento educacional, novo na forma de produção de saberes, na elaboração do conhecimento, novas formas de aprendizado e aprendizagem, novas tecnologias, recursos multimediáticos disponíveis para que os professores possam, ou não, utilizá-los em sala de aula. Nesse novo momento de produção de saberes, multiplicidade de conhecimentos e pluralidade de tecnologias as relações de ensino-aprendizagem e professor-aluno também podem ser modificadas e o primeiro entrave a essa possível mudança é o desconhecimento dos professores diante das novas tecnologias.
Se antes o conhecimento poderia ser considerado acabado quando o educando atingia determinada formação em alguma área, hoje as novas tecnologias estão redefinindo não somente as noções de formação profissional, já que atualmente os profissionais, independente da área na qual atuem, devem estar em constante processo de formação, aprendizado, reciclagem e renovação do conhecimento, mas também veio redefinir as noções de espaço e tempo referentes ao ato ensino/aprendizagem.
Nesse momento de virtualidade hipertextual, na qual a velocidade de informações, variedade de formas de conhecimento e noções de espaço nas relações de ensino-aprendizagem estão sendo redefinidas, assim como o próprio conhecimento o está sendo a autora se utiliza da metáfora da árvore e do rizoma produzida por Deleuze e Guatarri para simbolizar essa atual etapa de estágio do conhecimento humano (nela a árvore simboliza a apreensão do conhecimento dentro de uma determinada área; já o rizoma a atual possibilidade de reapropriação e resignificação de conceitos, temas e idéias, antes considerada de uma área específica e que para ser utilizado em contextos distintos do seu campo gerador tinha que respeitar sua matriz); senão vejamos: a árvore representa o apego do conhecimento à sua raiz que acaba por isolar os diferentes tipos de saber em seus próprios campos de conhecimento, valorizando suas especificidades e impossibilitando a multiplicidade, não só de relações, como de reinterpretações dos mesmos fora dos seus campos de origem de saber. Já o rizoma representa a quebra desse paradigma, dessa rigidez, desse apego do conhecimento à sua raiz. O conhecimento rizomático prima pela multiplicidade do conhecimento, inumeráveis conexões, resignificação de idéias e conceitos, desprendimento dos mesmos das suas “matrizes geradoras” o que possibilita a aplicabilidade em outras áreas. A partir da utilização da metáfora da árvore e do rizoma, Kenski afirma que a nova sociedade digital na qual vivemos é adepta ao modelo rizomático do conhecimento, multiplicidade de apropriações, reestruturações e reinterpretações de saberes. O conhecimento em constante construção.
Nesse contexto de constantes modificações, atualizações e modificações em velocidade virtual, grande parte dos educadores ainda estão relutantes diante das inovações tecnológicas, grande parte porque desconhecem as potencialidades que as inovações tecnológicas podem trazer na sua prática docente. Outra gama de professores (as) que já “cruzaram a fronteira”, ou seja, que já experimentaram as novidades tecnológicas na prática educativa tem grandes queixas devido à baixa qualidade didática dos programas tecnológicos pedagógicos porque são feitos por técnicos que não entendem nada de educação.
Para Kenski, os educadores devem ter tempo disponibilizado para estudar e se familiarizar com as novas tecnologias, pois só através do conhecimento das mesmas poderão fazer uma análise crítica, conhecer os recursos, limites e possibilidades que as inovações tecnológicas podem, ou não, disponibilizar para o desenvolvimento satisfatório no ato de construção do conhecimento.

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Data: 13/12/2010

De: Agna mota de almeida lima

Assunto: Re:Disciplina Educação e Novas Tecnologias

Achei interessante quando, Steven Rose afirma que cada epoca corresponde uma tecnologia. E "cada tecnologia, uma memoria" (1994, p.81). É como se, cada tecnologia representassem uma vivência, um passado, mesmo que não tenha sido vivênciadas na atualidade, mas, através da tecnologia de cada época as lembranças podem ficar armazenadas na memória humana.

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Data: 13/12/2010

De: Francisca Elizabeth

Assunto: Re:Disciplina Educação e Novas Tecnologias

Existe uma diferença entre o fazer educação atual e a tradicional.Antes tudo era limitado,e no segundo grau o sujeito estava formado,ja tinha adquirido conhecimento suficiente para seguir carreira profissional .Hoje com a tecnologia eletrônica nos dando informações,abriu-se um grande espaço para novos conhecimentos.precisamos estar sempre buscando inovações para não cair em um ultrapassado conceito de algo ja vivenciado

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Data: 14/12/2010

De: Roberto Bartolomeu

Assunto: Re:Disciplina Educação e Novas Tecnologias

A tecnologia tem transformado as nossas vidas de tal maneira que é praticamente impossível viver sem ela.No texto ora em questão, a autora toma como objeto de estudo as diversas questões e implicações referentes às tecnologias, define seu propósito como uma tentativa de mostrar que, no cotidiano, as tecnologias trouxeram novas maneiras de viver, de trabalhar e de se organizar socialmente.No presente artigo Kenskiano,a autora vai explorar, as diversas vertentes encontradas no uso das tecnologias. A metodologia utilizada é a de tentar mostrar a grande influência que as tecnologias têm exercido em nossa vida, bem como a sua importância para os trabalhos ligados à educação. O artigo da autora encontra-se dividido em onze tópicos. No primeiro tópico, O Impacto Temporal das tecnologias, a autora salienta que vivemos no mundo cada vez mais urgente em que há uma percepção mecânica e objetiva, defendida pelos relógios e calendários que orientam nossas atividades rotineiras. Ou seja, o homem moderno está, de maneira pragmática, subordinado às suas determinações-minutos, horas, dias, semanas,anos e assim por diante. No segundo tópico. O Conhecimento na Nova Era, Vani vai trata das três diferentes formas do conhecimento: a oral, que é a forma pela qual tem a maior predominância comunicativa vivenciada; a escrita, que prevalece em nossas culturas letradas e a digital, que em meio a forma oral e a escrita, apesar de ser ainda incipiente, tem se proliferado de maneira muito rápida. Nos tópicos três, quatro e cinco, a autora expalna, de maneira mais abrangente, as três diferentes formas do conhecimento, retratando que estas formas surgiram em épocas distintas. Primeiro surgiu a língua falada que até hoje é a forma de conhecimento mais utilizadas pelo homem para apreensão e uso dos conhecimentos. È através dela que se estabelecem os diálogos, conversas, transmitem-se informação, avisos, notícias ect. Mas a linguagem falada, por outro lado, limita o homem no espaço circunscrito do seu grupo. Ou seja, onde ele circula e se comunica, a presença do comunicador é essencial. Já a linguagem escrita, que surgiu bem depois da linguagem falada, não exigia mais a necessidade do comunicador, informando e orientando seu grupo. Na sociedade da escrita o que prevalece é a necessidade de compreensão do que está sendo comunicado graficamente.

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